Black Founders Fund: o que é o fundo do Google que investiu na Metha

Black Founders Fund: o que é o fundo do Google que investiu na Metha

Black Founders Fund: o que é o fundo do Google que investiu na Metha

•

4

min leitura

Em novembro de 2023, a Metha passou a fazer parte de uma comunidade que reúne startups de tecnologia fundadas ou lideradas por empreendedores negros: o Black Founders Fund, do Google for Startups.

Naquele ano, dez empresas brasileiras de diferentes setores foram selecionadas para receber recursos financeiros e apoio do programa. Entre elas estava a Metha, apresentada pelo próprio Google como uma energytech que conecta consumidores residenciais a usinas de energia renovável.

O investimento tem uma característica importante: diferente de uma rodada tradicional de venture capital, o Google for Startups não recebe uma participação da empresa em troca dos recursos.

Mas o dinheiro é apenas uma parte do programa.

O Black Founders Fund também nasceu para enfrentar uma dificuldade que acompanha o ecossistema de startups há anos: o acesso desigual a capital, redes de contato, conhecimento e oportunidades para empreendedores negros.

O que é o Black Founders Fund?

O Black Founders Fund é uma iniciativa criada pelo Google for Startups em 2020 para apoiar o desenvolvimento de startups lideradas por pessoas negras.

Segundo o Google for Startups, o programa combina recursos financeiros sem contrapartida ou participação societária com apoio prático para que os empreendedores desenvolvam e expandam seus negócios.

As empresas selecionadas também têm acesso a mentorias com especialistas do Google, créditos no Google Cloud e suporte relacionado aos produtos da companhia.

Desde a criação da iniciativa, o programa ganhou edições em diferentes regiões. Segundo dados atuais do Google for Startups, mais de US$40 milhões já foram distribuídos globalmente para apoiar startups lideradas por pessoas negras.

No Brasil, a iniciativa começou em 2020 e passou a formar uma comunidade de empresas de diferentes segmentos, da tecnologia financeira à logística, passando por recursos humanos, seguros e energia.

Por que o Black Founders Fund foi criado?

Ter uma boa ideia, tecnologia e clientes não elimina uma das etapas mais difíceis da vida de uma startup: encontrar recursos para continuar crescendo.

E esse acesso não acontece da mesma forma para todos os empreendedores.

Quando anunciou a turma da qual a Metha fez parte, em 2023, o Google destacou dados do Relatório de Equidade Latam, da Diversity VC, produzido com apoio do Google for Startups. O levantamento apontava que apenas 1,4% dos fundos analisados investiam em empresas cujos fundadores pertenciam a grupos diversos, incluindo diversidade étnica, pessoas LGBTQIAP+ e pessoas com deficiência.

Foi nesse contexto que o Black Founders Fund passou a atuar em uma etapa particularmente importante para startups: facilitar o acesso a recursos e criar conexões que ajudem esses negócios a avançar.

O objetivo, portanto, não é apenas financiar uma empresa naquele momento. O programa também busca ampliar sua rede, fortalecer a capacidade de crescimento e abrir caminhos para novos investimentos.

O Black Founders Fund é um fundo de investimento tradicional?

Não exatamente. Em uma rodada convencional de investimento em startups, é comum que um fundo aporte dinheiro e, em troca, passe a deter uma participação societária na empresa.

No Black Founders Fund, a lógica adotada pelo Google é diferente.

Segundo o próprio programa, os recursos são destinados às startups sem que elas precisem ceder participação societária ou oferecer uma contrapartida ao Google.

Isso significa que os empreendedores recebem capital para investir no desenvolvimento do negócio sem diluir sua participação na empresa por causa daquele aporte.

Além dos recursos financeiros, o programa inclui outros tipos de apoio. Na turma brasileira de 2023, as empresas receberam acesso a créditos em produtos do Google, workshops e mentorias individuais para trabalhar desafios ligados a negócios e tecnologia.

É justamente essa combinação que diferencia a iniciativa de um simples aporte financeiro.

Como uma startup é escolhida pelo Black Founders Fund?

Na seleção realizada em 2023, o Google buscava empresas que já tivessem avançado além da etapa da ideia.

Segundo o Google for Startups, as startups interessadas precisavam ter uma solução baseada em tecnologia e um negócio em operação, com produto lançado e usuários ou potenciais clientes.

Outro critério era estar em busca de uma rodada pre-seed ou seed, estágios iniciais de investimento usados para financiar o desenvolvimento e a expansão da empresa. Os empreendedores também precisavam apresentar como pretendiam utilizar os recursos recebidos.

O programa era direcionado a negócios fundados ou liderados por pessoas negras.

Isso ajuda a entender por que o Black Founders Fund não funcionava como um concurso de ideias. As empresas selecionadas já tinham produtos no mercado e buscavam recursos, conhecimento e conexões para avançar para uma nova etapa.

Quando a Metha entrou para o Black Founders Fund?

A Metha foi anunciada entre as novas empresas selecionadas em 28 de novembro de 2023.

Naquela rodada, dez startups entraram para a comunidade do Black Founders Fund no Brasil. Além da Metha, a lista incluía empresas como Conecta Tech, Fitinsur, Infleet, Intreguei, Logstore, Lovel, Shooju, Turn2C e Zentek.

Com a entrada dessa turma, o programa chegou a 66 startups brasileiras apoiadas desde sua criação.

Até aquele momento, o Black Founders Fund havia destinado R$16 milhões às empresas selecionadas no país.

A Metha continua listada na página oficial do programa no Google for Startups, que a apresenta como uma empresa de tecnologia do setor de energia que conecta consumidores a usinas de fontes renováveis.

O que levou a Metha ao Black Founders Fund?

Quando entrou para o Black Founders Fund, em 2023, a Metha já vinha construindo uma trajetória de crescimento a partir de Belo Horizonte, usando tecnologia para simplificar o acesso à energia limpa e mais barata.

Fundada em 2017, a empresa desenvolveu um modelo que conecta consumidores a usinas de energia renovável sem exigir obras ou instalação de placas. Na ponta, isso transforma energia limpa em economia recorrente na conta de luz.

Desde então, essa comunidade cresceu e os resultados ganharam escala. Mais de 100 mil pessoas já se cadastraram na Metha para economizar na conta de luz. Os clientes já receberam mais de R$24 milhões em descontos, enquanto o uso de energia limpa ajudou a evitar a emissão de 80 mil toneladas de CO₂.

A indicação também se tornou parte importante dessa trajetória: um em cada três clientes chegou à Metha por recomendação de outra pessoa.

Foi nesse contexto de tecnologia, crescimento e transformação do setor de energia que a Metha entrou para o Black Founders Fund e passou a fazer parte da comunidade de startups apoiadas pelo Google for Startups.

Para uma energytech que nasceu em Minas Gerais, a seleção marcou mais um passo de uma trajetória construída para levar uma experiência mais simples de energia a cada vez mais pessoas.

O que a Metha recebeu ao entrar no programa?

O apoio do Black Founders Fund não se resumia ao investimento financeiro.

As startups selecionadas receberam acesso à estrutura construída pelo Google for Startups, incluindo mentorias, workshops, créditos para produtos do Google e suporte para desafios de tecnologia e negócios.

Há ainda um elemento mais difícil de colocar em uma planilha: a rede criada pelo programa.

Ao reunir fundadores que enfrentam desafios semelhantes, o Black Founders Fund também funciona como uma comunidade de empreendedores. Empresas passam a trocar experiências e ganham contato com especialistas, outros negócios e investidores.

Segundo o Google, as startups que haviam passado pelo Black Founders Fund até 2023 relataram posteriormente novas rodadas de captação que, somadas, representavam um volume dez vezes maior do que o total investido pelo próprio fundo.

O dado não significa que o programa tenha sido o único responsável por esses investimentos posteriores. Ele mostra, porém, que muitas das empresas continuaram avançando em suas trajetórias de captação depois de fazer parte da iniciativa.

Por que ter o Google for Startups nessa trajetória importa para a Metha?

Startups de energia atuam em um setor que combina regulação, tecnologia, infraestrutura e um serviço presente na rotina de praticamente todo mundo.

Crescer nesse mercado exige mais do que desenvolver um produto. Também envolve ganhar escala, melhorar processos, usar dados e tecnologia de forma eficiente e construir uma experiência simples para algo que historicamente parece complexo para o consumidor.

A entrada no Black Founders Fund acrescentou uma nova camada a essa trajetória.

A Metha passou a fazer parte de uma comunidade internacional criada para apoiar negócios tecnológicos liderados por empreendedores negros, ao mesmo tempo em que teve acesso à estrutura e ao conhecimento do Google for Startups.

E essa relação não ficou restrita ao anúncio de 2023. A página atual do Black Founders Fund continua apresentando a Metha entre as startups brasileiras apoiadas pelo programa.

De uma startup mineira a uma empresa investida pelo Google for Startups

A história começou em Belo Horizonte, em 2017, com uma pergunta simples: por que acessar energia limpa e economizar na conta de luz precisava ser algo complicado?

Anos depois, a Metha entrou para uma comunidade de startups apoiadas pelo Black Founders Fund, do Google for Startups.

O programa trouxe investimento sem participação societária, acesso a especialistas, tecnologia e uma rede formada para ajudar empresas lideradas por empreendedores negros a continuar crescendo.

Para a Metha, esse capítulo também faz parte de uma trajetória maior: usar tecnologia para transformar a relação das pessoas com a energia.

Hoje, você continua usando energia normalmente, enquanto aproveita energia limpa e mais barata, com até 15% de desconto na conta de luz todo mês.

Sem obras, placas ou mudanças na sua rotina.

Saiba mais em methaenergia.com.br

Em novembro de 2023, a Metha passou a fazer parte de uma comunidade que reúne startups de tecnologia fundadas ou lideradas por empreendedores negros: o Black Founders Fund, do Google for Startups.

Naquele ano, dez empresas brasileiras de diferentes setores foram selecionadas para receber recursos financeiros e apoio do programa. Entre elas estava a Metha, apresentada pelo próprio Google como uma energytech que conecta consumidores residenciais a usinas de energia renovável.

O investimento tem uma característica importante: diferente de uma rodada tradicional de venture capital, o Google for Startups não recebe uma participação da empresa em troca dos recursos.

Mas o dinheiro é apenas uma parte do programa.

O Black Founders Fund também nasceu para enfrentar uma dificuldade que acompanha o ecossistema de startups há anos: o acesso desigual a capital, redes de contato, conhecimento e oportunidades para empreendedores negros.

O que é o Black Founders Fund?

O Black Founders Fund é uma iniciativa criada pelo Google for Startups em 2020 para apoiar o desenvolvimento de startups lideradas por pessoas negras.

Segundo o Google for Startups, o programa combina recursos financeiros sem contrapartida ou participação societária com apoio prático para que os empreendedores desenvolvam e expandam seus negócios.

As empresas selecionadas também têm acesso a mentorias com especialistas do Google, créditos no Google Cloud e suporte relacionado aos produtos da companhia.

Desde a criação da iniciativa, o programa ganhou edições em diferentes regiões. Segundo dados atuais do Google for Startups, mais de US$40 milhões já foram distribuídos globalmente para apoiar startups lideradas por pessoas negras.

No Brasil, a iniciativa começou em 2020 e passou a formar uma comunidade de empresas de diferentes segmentos, da tecnologia financeira à logística, passando por recursos humanos, seguros e energia.

Por que o Black Founders Fund foi criado?

Ter uma boa ideia, tecnologia e clientes não elimina uma das etapas mais difíceis da vida de uma startup: encontrar recursos para continuar crescendo.

E esse acesso não acontece da mesma forma para todos os empreendedores.

Quando anunciou a turma da qual a Metha fez parte, em 2023, o Google destacou dados do Relatório de Equidade Latam, da Diversity VC, produzido com apoio do Google for Startups. O levantamento apontava que apenas 1,4% dos fundos analisados investiam em empresas cujos fundadores pertenciam a grupos diversos, incluindo diversidade étnica, pessoas LGBTQIAP+ e pessoas com deficiência.

Foi nesse contexto que o Black Founders Fund passou a atuar em uma etapa particularmente importante para startups: facilitar o acesso a recursos e criar conexões que ajudem esses negócios a avançar.

O objetivo, portanto, não é apenas financiar uma empresa naquele momento. O programa também busca ampliar sua rede, fortalecer a capacidade de crescimento e abrir caminhos para novos investimentos.

O Black Founders Fund é um fundo de investimento tradicional?

Não exatamente. Em uma rodada convencional de investimento em startups, é comum que um fundo aporte dinheiro e, em troca, passe a deter uma participação societária na empresa.

No Black Founders Fund, a lógica adotada pelo Google é diferente.

Segundo o próprio programa, os recursos são destinados às startups sem que elas precisem ceder participação societária ou oferecer uma contrapartida ao Google.

Isso significa que os empreendedores recebem capital para investir no desenvolvimento do negócio sem diluir sua participação na empresa por causa daquele aporte.

Além dos recursos financeiros, o programa inclui outros tipos de apoio. Na turma brasileira de 2023, as empresas receberam acesso a créditos em produtos do Google, workshops e mentorias individuais para trabalhar desafios ligados a negócios e tecnologia.

É justamente essa combinação que diferencia a iniciativa de um simples aporte financeiro.

Como uma startup é escolhida pelo Black Founders Fund?

Na seleção realizada em 2023, o Google buscava empresas que já tivessem avançado além da etapa da ideia.

Segundo o Google for Startups, as startups interessadas precisavam ter uma solução baseada em tecnologia e um negócio em operação, com produto lançado e usuários ou potenciais clientes.

Outro critério era estar em busca de uma rodada pre-seed ou seed, estágios iniciais de investimento usados para financiar o desenvolvimento e a expansão da empresa. Os empreendedores também precisavam apresentar como pretendiam utilizar os recursos recebidos.

O programa era direcionado a negócios fundados ou liderados por pessoas negras.

Isso ajuda a entender por que o Black Founders Fund não funcionava como um concurso de ideias. As empresas selecionadas já tinham produtos no mercado e buscavam recursos, conhecimento e conexões para avançar para uma nova etapa.

Quando a Metha entrou para o Black Founders Fund?

A Metha foi anunciada entre as novas empresas selecionadas em 28 de novembro de 2023.

Naquela rodada, dez startups entraram para a comunidade do Black Founders Fund no Brasil. Além da Metha, a lista incluía empresas como Conecta Tech, Fitinsur, Infleet, Intreguei, Logstore, Lovel, Shooju, Turn2C e Zentek.

Com a entrada dessa turma, o programa chegou a 66 startups brasileiras apoiadas desde sua criação.

Até aquele momento, o Black Founders Fund havia destinado R$16 milhões às empresas selecionadas no país.

A Metha continua listada na página oficial do programa no Google for Startups, que a apresenta como uma empresa de tecnologia do setor de energia que conecta consumidores a usinas de fontes renováveis.

O que levou a Metha ao Black Founders Fund?

Quando entrou para o Black Founders Fund, em 2023, a Metha já vinha construindo uma trajetória de crescimento a partir de Belo Horizonte, usando tecnologia para simplificar o acesso à energia limpa e mais barata.

Fundada em 2017, a empresa desenvolveu um modelo que conecta consumidores a usinas de energia renovável sem exigir obras ou instalação de placas. Na ponta, isso transforma energia limpa em economia recorrente na conta de luz.

Desde então, essa comunidade cresceu e os resultados ganharam escala. Mais de 100 mil pessoas já se cadastraram na Metha para economizar na conta de luz. Os clientes já receberam mais de R$24 milhões em descontos, enquanto o uso de energia limpa ajudou a evitar a emissão de 80 mil toneladas de CO₂.

A indicação também se tornou parte importante dessa trajetória: um em cada três clientes chegou à Metha por recomendação de outra pessoa.

Foi nesse contexto de tecnologia, crescimento e transformação do setor de energia que a Metha entrou para o Black Founders Fund e passou a fazer parte da comunidade de startups apoiadas pelo Google for Startups.

Para uma energytech que nasceu em Minas Gerais, a seleção marcou mais um passo de uma trajetória construída para levar uma experiência mais simples de energia a cada vez mais pessoas.

O que a Metha recebeu ao entrar no programa?

O apoio do Black Founders Fund não se resumia ao investimento financeiro.

As startups selecionadas receberam acesso à estrutura construída pelo Google for Startups, incluindo mentorias, workshops, créditos para produtos do Google e suporte para desafios de tecnologia e negócios.

Há ainda um elemento mais difícil de colocar em uma planilha: a rede criada pelo programa.

Ao reunir fundadores que enfrentam desafios semelhantes, o Black Founders Fund também funciona como uma comunidade de empreendedores. Empresas passam a trocar experiências e ganham contato com especialistas, outros negócios e investidores.

Segundo o Google, as startups que haviam passado pelo Black Founders Fund até 2023 relataram posteriormente novas rodadas de captação que, somadas, representavam um volume dez vezes maior do que o total investido pelo próprio fundo.

O dado não significa que o programa tenha sido o único responsável por esses investimentos posteriores. Ele mostra, porém, que muitas das empresas continuaram avançando em suas trajetórias de captação depois de fazer parte da iniciativa.

Por que ter o Google for Startups nessa trajetória importa para a Metha?

Startups de energia atuam em um setor que combina regulação, tecnologia, infraestrutura e um serviço presente na rotina de praticamente todo mundo.

Crescer nesse mercado exige mais do que desenvolver um produto. Também envolve ganhar escala, melhorar processos, usar dados e tecnologia de forma eficiente e construir uma experiência simples para algo que historicamente parece complexo para o consumidor.

A entrada no Black Founders Fund acrescentou uma nova camada a essa trajetória.

A Metha passou a fazer parte de uma comunidade internacional criada para apoiar negócios tecnológicos liderados por empreendedores negros, ao mesmo tempo em que teve acesso à estrutura e ao conhecimento do Google for Startups.

E essa relação não ficou restrita ao anúncio de 2023. A página atual do Black Founders Fund continua apresentando a Metha entre as startups brasileiras apoiadas pelo programa.

De uma startup mineira a uma empresa investida pelo Google for Startups

A história começou em Belo Horizonte, em 2017, com uma pergunta simples: por que acessar energia limpa e economizar na conta de luz precisava ser algo complicado?

Anos depois, a Metha entrou para uma comunidade de startups apoiadas pelo Black Founders Fund, do Google for Startups.

O programa trouxe investimento sem participação societária, acesso a especialistas, tecnologia e uma rede formada para ajudar empresas lideradas por empreendedores negros a continuar crescendo.

Para a Metha, esse capítulo também faz parte de uma trajetória maior: usar tecnologia para transformar a relação das pessoas com a energia.

Hoje, você continua usando energia normalmente, enquanto aproveita energia limpa e mais barata, com até 15% de desconto na conta de luz todo mês.

Sem obras, placas ou mudanças na sua rotina.

Saiba mais em methaenergia.com.br

Com a Metha, você economiza até 15% na sua conta de luz.

Nossos clientes já economizaram + R$ 21 milhões

Com a Metha, você economiza até 15% na sua conta de luz.

Nossos clientes já economizaram + R$ 21 milhões

Compartilhar

Economize 15% na conta de luz

Ser cliente Metha Energia é simples, rápido e gratuito. Cadastre-se do seu celular ou computador de forma fácil e sem burocracia.

Celular exibindo a área do cliente Metha Energia

Economize 15% na conta de luz

Ser cliente Metha Energia é simples, rápido e gratuito. Cadastre-se do seu celular ou computador de forma fácil e sem burocracia.

Celular exibindo a área do cliente Metha Energia

Economize 15% na conta de luz

Ser cliente Metha Energia é simples, rápido e gratuito. Cadastre-se do seu celular ou computador de forma fácil e sem burocracia.

Celular exibindo a área do cliente Metha Energia

Fique por dentro! Assine nossa newsletter

Baixe nosso app

Assine nossa newsletter

Baixe nosso app

Assine nossa newsletter

Logo Metha Energia