Na hora de comprar uma geladeira, um ar-condicionado, uma máquina de lavar ou outro eletrodoméstico, o preço costuma chamar atenção primeiro. Mas ele não conta a história inteira. Um aparelho mais barato na loja pode consumir mais energia ao longo dos anos e acabar pesando mais na conta de luz.
Por isso, antes de decidir, vale comparar não só o valor de compra, mas também a eficiência energética e o consumo de eletricidade de cada modelo. No Brasil, essas informações aparecem principalmente na Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, do Inmetro, e no Selo Procel, que ajuda a identificar equipamentos mais eficientes dentro de cada categoria.
Essa comparação ficou ainda mais importante em 2026, quando entrou em vigor uma nova etiqueta para refrigeradores, com critérios mais rigorosos de eficiência e classificação reorganizada em três classes: A, B e C.
Neste conteúdo, vamos explicar como comparar o consumo de energia de eletrodomésticos antes de comprar, o que significam as informações da etiqueta e como estimar o impacto de um aparelho na conta de luz.
Como comparar o consumo de energia de eletrodomésticos antes de comprar
Comprar um eletrodoméstico olhando apenas para o preço pode levar a uma escolha menos econômica no longo prazo. Isso acontece porque aparelhos com funções parecidas podem ter consumos de energia bastante diferentes, mesmo quando pertencem à mesma categoria.
Uma geladeira, por exemplo, funciona 24 horas por dia. Um ar-condicionado pode ser usado por muitas horas em períodos de calor intenso. Uma máquina de lavar ou uma secadora também podem elevar o consumo mensal dependendo da frequência de uso. Por isso, escolher equipamentos mais eficientes ajuda a reduzir desperdícios e controlar melhor o impacto desses aparelhos na conta de luz.
A Empresa de Pesquisa Energética destaca que a substituição de equipamentos obsoletos por modelos mais eficientes ajuda a reduzir o consumo médio de energia das residências. O Selo Procel e a etiquetagem do Inmetro fazem parte dessa política de eficiência ao orientar o consumidor e estimular o desenvolvimento de produtos com melhor desempenho energético.
O que é a etiqueta de eficiência energética do Inmetro
A Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, conhecida como ENCE, é a etiqueta do Programa Brasileiro de Etiquetagem, coordenado pelo Inmetro. Ela informa o desempenho energético de diferentes produtos e ajuda o consumidor a comparar modelos antes da compra.
Dependendo do produto, a etiqueta pode apresentar informações como:
classificação de eficiência energética;
consumo de energia;
capacidade do equipamento;
consumo de água, em alguns casos;
outros dados específicos da categoria.
Cada linha de eletrodoméstico possui uma etiqueta própria, com critérios adequados às características daquele produto. Por isso, a comparação deve ser feita sempre entre equipamentos da mesma categoria e com capacidades semelhantes.
O que a classificação A, B, C e outras letras realmente mostra
A letra exibida na etiqueta indica o nível de eficiência energética do aparelho dentro da categoria analisada. De forma geral, a classificação A representa os modelos mais eficientes, enquanto as letras seguintes indicam níveis menores de eficiência. Dependendo do produto, a escala pode ir de A a C, A a E ou A a G.
Essa classificação é importante porque permite uma leitura rápida. Entre dois aparelhos equivalentes, um produto classificado como A tende a usar melhor a energia do que outro de classificação inferior.
Mas a letra, sozinha, não resolve toda a comparação.
Dois modelos classe A podem ter consumos diferentes. Um refrigerador maior, por exemplo, pode ser classe A e ainda assim consumir mais eletricidade do que outro refrigerador menor, também classe A. Por isso, além da eficiência, é essencial olhar para o consumo informado em kWh.
Por que o consumo em kWh é tão importante na comparação
O kWh, ou quilowatt-hora, é a unidade usada para medir o consumo de energia elétrica. Na etiqueta, ele mostra quanto aquele equipamento consome dentro de uma condição padronizada de uso definida para os testes de eficiência.
Para o consumidor, esse número é uma das informações mais úteis na hora da compra. Ele ajuda a comparar modelos semelhantes e a estimar quanto aquele aparelho pode representar na conta de luz. O próprio Inmetro orienta que, ao escolher um refrigerador, o consumidor observe não apenas a classe de eficiência, mas também o consumo informado em kWh por mês.
A lógica é simples:
quanto menor o consumo em kWh, menor tende a ser o gasto de energia do aparelho;
a comparação é mais justa quando feita entre produtos de tamanho e função parecidos;
esse dado ajuda a perceber diferenças que a classificação por letra, sozinha, pode não mostrar.
Por exemplo: ao comparar duas geladeiras de capacidade semelhante, uma com consumo de 35 kWh/mês e outra com 45 kWh/mês, a diferença é de 10 kWh por mês. Ao longo de um ano, isso representa 120 kWh a mais ou a menos na conta de luz, dependendo da escolha.
Como calcular quanto um eletrodoméstico pode pesar na conta de luz
Para estimar o custo de uso de um eletrodoméstico, é possível multiplicar o consumo informado na etiqueta pela tarifa de energia da sua região.
A fórmula é:
Consumo em kWh × tarifa de energia = custo estimado de uso
O Inmetro usa essa mesma lógica em suas orientações ao consumidor. Se um equipamento consome determinada quantidade de kWh e a tarifa local é conhecida, basta multiplicar os valores para estimar o impacto financeiro.
Exemplo simples:
Se uma geladeira consome 40 kWh por mês e a tarifa considerada for de R$ 0,90 por kWh, o custo estimado de energia desse aparelho seria:
40 × 0,90 = R$ 36 por mês
Esse cálculo é uma estimativa. O valor real pode variar conforme:
a tarifa da distribuidora;
tributos e componentes da fatura;
bandeira tarifária vigente;
condições de uso do aparelho;
hábitos da casa.
Ainda assim, ele é útil para mostrar que o consumo do eletrodoméstico deve entrar na decisão de compra, especialmente em aparelhos de uso frequente ou contínuo.
Qual é a diferença entre Etiqueta do Inmetro e Selo Procel
A Etiqueta do Inmetro classifica os produtos conforme sua eficiência energética e apresenta informações de desempenho e consumo.
Já o Selo Procel funciona como um reconhecimento adicional para os equipamentos que se destacam em eficiência dentro da sua categoria. Segundo a EPE, ele indica ao consumidor os produtos que apresentam os melhores níveis de eficiência energética entre modelos equivalentes.
O próprio Inmetro explica que os Selos Procel e Conpet reconhecem os produtos mais eficientes de cada categoria, geralmente entre os classificados como A na etiquetagem
Na prática:
a etiqueta ajuda a comparar;
o Selo Procel ajuda a identificar os destaques de eficiência.
Por isso, na hora da compra, vale procurar as duas informações. Um bom caminho é priorizar produtos com:
classificação elevada de eficiência;
menor consumo em kWh entre modelos semelhantes;
Selo Procel, quando aplicável.
O que mudou na etiqueta de refrigeradores em 2026
Desde 1º de janeiro de 2026, os refrigeradores comercializados no Brasil passaram a seguir uma nova etiqueta do Inmetro. A principal mudança foi o fim das subclasses A+, A++ e A+++, substituídas por uma nova classificação com apenas três classes: A, B e C.
A alteração veio acompanhada de critérios mais rigorosos para avaliação da eficiência energética dos produtos. Segundo o Inmetro, os modelos que ficariam nas antigas classes D, E e F foram retirados do mercado por não atenderem aos novos índices mínimos de eficiência.
Para o consumidor, isso traz duas consequências importantes:
a classificação ficou mais exigente;
o consumo em kWh passou a ser ainda mais decisivo na comparação entre refrigeradores.
O próprio Inmetro recomenda que, mesmo observando a classe de eficiência, o consumidor confira o consumo mensal informado na etiqueta, pois ele ajuda a estimar o impacto do modelo na conta de luz e a comparar alternativas semelhantes.
Como comparar modelos de forma mais segura antes da compra
Antes de escolher um eletrodoméstico, vale seguir uma lógica simples:
1. Compare produtos equivalentes
Não adianta comparar uma geladeira pequena com uma duplex maior apenas pela letra da etiqueta. O ideal é observar modelos com capacidades e funções semelhantes.
2. Veja a classe de eficiência
Ela oferece uma leitura rápida sobre o desempenho energético daquele produto dentro da categoria.
3. Confira o consumo em kWh
Esse é um dos dados mais importantes para entender o possível impacto na conta de luz. Entre modelos parecidos, prefira o que apresenta menor consumo.
4. Procure o Selo Procel
Quando disponível, ele indica que o equipamento está entre os mais eficientes de sua categoria.
5. Consulte as tabelas do Inmetro
O Inmetro mantém tabelas de consumo e eficiência energética com produtos aprovados no Programa Brasileiro de Etiquetagem. Elas podem ajudar a comparar modelos com mais segurança antes da compra.
6. Considere o uso no dia a dia
Um aparelho de consumo menor tende a ser mais vantajoso principalmente quando é usado com frequência, como geladeiras, ar-condicionado, máquinas de lavar e outros equipamentos que permanecem ligados por muitas horas ou são acionados repetidamente. A EPE reforça a importância de observar o Selo Procel especialmente em produtos de maior consumo mensal.
Além de consumir melhor, dá para economizar no valor da energia
Comparar o consumo dos eletrodomésticos antes da compra é uma forma importante de evitar gastos desnecessários na conta de luz. Afinal, escolhas mais eficientes ajudam a reduzir o volume de energia usado no dia a dia.
Mas essa não é a única forma de economizar. Com a Metha, você pode ter desconto sobre o consumo de energia da sua conta de luz, sem precisar instalar placas solares ou fazer obras no imóvel. Assim, além de escolher equipamentos mais eficientes, também dá para pagar menos pela energia consumida todos os meses.
É uma combinação que faz diferença no orçamento: usar energia de forma mais consciente e economizar justamente em uma despesa que já faz parte da rotina da casa.
Acesse methaenergia.com.br e comece a economizar de verdade.
Na hora de comprar uma geladeira, um ar-condicionado, uma máquina de lavar ou outro eletrodoméstico, o preço costuma chamar atenção primeiro. Mas ele não conta a história inteira. Um aparelho mais barato na loja pode consumir mais energia ao longo dos anos e acabar pesando mais na conta de luz.
Por isso, antes de decidir, vale comparar não só o valor de compra, mas também a eficiência energética e o consumo de eletricidade de cada modelo. No Brasil, essas informações aparecem principalmente na Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, do Inmetro, e no Selo Procel, que ajuda a identificar equipamentos mais eficientes dentro de cada categoria.
Essa comparação ficou ainda mais importante em 2026, quando entrou em vigor uma nova etiqueta para refrigeradores, com critérios mais rigorosos de eficiência e classificação reorganizada em três classes: A, B e C.
Neste conteúdo, vamos explicar como comparar o consumo de energia de eletrodomésticos antes de comprar, o que significam as informações da etiqueta e como estimar o impacto de um aparelho na conta de luz.
Como comparar o consumo de energia de eletrodomésticos antes de comprar
Comprar um eletrodoméstico olhando apenas para o preço pode levar a uma escolha menos econômica no longo prazo. Isso acontece porque aparelhos com funções parecidas podem ter consumos de energia bastante diferentes, mesmo quando pertencem à mesma categoria.
Uma geladeira, por exemplo, funciona 24 horas por dia. Um ar-condicionado pode ser usado por muitas horas em períodos de calor intenso. Uma máquina de lavar ou uma secadora também podem elevar o consumo mensal dependendo da frequência de uso. Por isso, escolher equipamentos mais eficientes ajuda a reduzir desperdícios e controlar melhor o impacto desses aparelhos na conta de luz.
A Empresa de Pesquisa Energética destaca que a substituição de equipamentos obsoletos por modelos mais eficientes ajuda a reduzir o consumo médio de energia das residências. O Selo Procel e a etiquetagem do Inmetro fazem parte dessa política de eficiência ao orientar o consumidor e estimular o desenvolvimento de produtos com melhor desempenho energético.
O que é a etiqueta de eficiência energética do Inmetro
A Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, conhecida como ENCE, é a etiqueta do Programa Brasileiro de Etiquetagem, coordenado pelo Inmetro. Ela informa o desempenho energético de diferentes produtos e ajuda o consumidor a comparar modelos antes da compra.
Dependendo do produto, a etiqueta pode apresentar informações como:
classificação de eficiência energética;
consumo de energia;
capacidade do equipamento;
consumo de água, em alguns casos;
outros dados específicos da categoria.
Cada linha de eletrodoméstico possui uma etiqueta própria, com critérios adequados às características daquele produto. Por isso, a comparação deve ser feita sempre entre equipamentos da mesma categoria e com capacidades semelhantes.
O que a classificação A, B, C e outras letras realmente mostra
A letra exibida na etiqueta indica o nível de eficiência energética do aparelho dentro da categoria analisada. De forma geral, a classificação A representa os modelos mais eficientes, enquanto as letras seguintes indicam níveis menores de eficiência. Dependendo do produto, a escala pode ir de A a C, A a E ou A a G.
Essa classificação é importante porque permite uma leitura rápida. Entre dois aparelhos equivalentes, um produto classificado como A tende a usar melhor a energia do que outro de classificação inferior.
Mas a letra, sozinha, não resolve toda a comparação.
Dois modelos classe A podem ter consumos diferentes. Um refrigerador maior, por exemplo, pode ser classe A e ainda assim consumir mais eletricidade do que outro refrigerador menor, também classe A. Por isso, além da eficiência, é essencial olhar para o consumo informado em kWh.
Por que o consumo em kWh é tão importante na comparação
O kWh, ou quilowatt-hora, é a unidade usada para medir o consumo de energia elétrica. Na etiqueta, ele mostra quanto aquele equipamento consome dentro de uma condição padronizada de uso definida para os testes de eficiência.
Para o consumidor, esse número é uma das informações mais úteis na hora da compra. Ele ajuda a comparar modelos semelhantes e a estimar quanto aquele aparelho pode representar na conta de luz. O próprio Inmetro orienta que, ao escolher um refrigerador, o consumidor observe não apenas a classe de eficiência, mas também o consumo informado em kWh por mês.
A lógica é simples:
quanto menor o consumo em kWh, menor tende a ser o gasto de energia do aparelho;
a comparação é mais justa quando feita entre produtos de tamanho e função parecidos;
esse dado ajuda a perceber diferenças que a classificação por letra, sozinha, pode não mostrar.
Por exemplo: ao comparar duas geladeiras de capacidade semelhante, uma com consumo de 35 kWh/mês e outra com 45 kWh/mês, a diferença é de 10 kWh por mês. Ao longo de um ano, isso representa 120 kWh a mais ou a menos na conta de luz, dependendo da escolha.
Como calcular quanto um eletrodoméstico pode pesar na conta de luz
Para estimar o custo de uso de um eletrodoméstico, é possível multiplicar o consumo informado na etiqueta pela tarifa de energia da sua região.
A fórmula é:
Consumo em kWh × tarifa de energia = custo estimado de uso
O Inmetro usa essa mesma lógica em suas orientações ao consumidor. Se um equipamento consome determinada quantidade de kWh e a tarifa local é conhecida, basta multiplicar os valores para estimar o impacto financeiro.
Exemplo simples:
Se uma geladeira consome 40 kWh por mês e a tarifa considerada for de R$ 0,90 por kWh, o custo estimado de energia desse aparelho seria:
40 × 0,90 = R$ 36 por mês
Esse cálculo é uma estimativa. O valor real pode variar conforme:
a tarifa da distribuidora;
tributos e componentes da fatura;
bandeira tarifária vigente;
condições de uso do aparelho;
hábitos da casa.
Ainda assim, ele é útil para mostrar que o consumo do eletrodoméstico deve entrar na decisão de compra, especialmente em aparelhos de uso frequente ou contínuo.
Qual é a diferença entre Etiqueta do Inmetro e Selo Procel
A Etiqueta do Inmetro classifica os produtos conforme sua eficiência energética e apresenta informações de desempenho e consumo.
Já o Selo Procel funciona como um reconhecimento adicional para os equipamentos que se destacam em eficiência dentro da sua categoria. Segundo a EPE, ele indica ao consumidor os produtos que apresentam os melhores níveis de eficiência energética entre modelos equivalentes.
O próprio Inmetro explica que os Selos Procel e Conpet reconhecem os produtos mais eficientes de cada categoria, geralmente entre os classificados como A na etiquetagem
Na prática:
a etiqueta ajuda a comparar;
o Selo Procel ajuda a identificar os destaques de eficiência.
Por isso, na hora da compra, vale procurar as duas informações. Um bom caminho é priorizar produtos com:
classificação elevada de eficiência;
menor consumo em kWh entre modelos semelhantes;
Selo Procel, quando aplicável.
O que mudou na etiqueta de refrigeradores em 2026
Desde 1º de janeiro de 2026, os refrigeradores comercializados no Brasil passaram a seguir uma nova etiqueta do Inmetro. A principal mudança foi o fim das subclasses A+, A++ e A+++, substituídas por uma nova classificação com apenas três classes: A, B e C.
A alteração veio acompanhada de critérios mais rigorosos para avaliação da eficiência energética dos produtos. Segundo o Inmetro, os modelos que ficariam nas antigas classes D, E e F foram retirados do mercado por não atenderem aos novos índices mínimos de eficiência.
Para o consumidor, isso traz duas consequências importantes:
a classificação ficou mais exigente;
o consumo em kWh passou a ser ainda mais decisivo na comparação entre refrigeradores.
O próprio Inmetro recomenda que, mesmo observando a classe de eficiência, o consumidor confira o consumo mensal informado na etiqueta, pois ele ajuda a estimar o impacto do modelo na conta de luz e a comparar alternativas semelhantes.
Como comparar modelos de forma mais segura antes da compra
Antes de escolher um eletrodoméstico, vale seguir uma lógica simples:
1. Compare produtos equivalentes
Não adianta comparar uma geladeira pequena com uma duplex maior apenas pela letra da etiqueta. O ideal é observar modelos com capacidades e funções semelhantes.
2. Veja a classe de eficiência
Ela oferece uma leitura rápida sobre o desempenho energético daquele produto dentro da categoria.
3. Confira o consumo em kWh
Esse é um dos dados mais importantes para entender o possível impacto na conta de luz. Entre modelos parecidos, prefira o que apresenta menor consumo.
4. Procure o Selo Procel
Quando disponível, ele indica que o equipamento está entre os mais eficientes de sua categoria.
5. Consulte as tabelas do Inmetro
O Inmetro mantém tabelas de consumo e eficiência energética com produtos aprovados no Programa Brasileiro de Etiquetagem. Elas podem ajudar a comparar modelos com mais segurança antes da compra.
6. Considere o uso no dia a dia
Um aparelho de consumo menor tende a ser mais vantajoso principalmente quando é usado com frequência, como geladeiras, ar-condicionado, máquinas de lavar e outros equipamentos que permanecem ligados por muitas horas ou são acionados repetidamente. A EPE reforça a importância de observar o Selo Procel especialmente em produtos de maior consumo mensal.
Além de consumir melhor, dá para economizar no valor da energia
Comparar o consumo dos eletrodomésticos antes da compra é uma forma importante de evitar gastos desnecessários na conta de luz. Afinal, escolhas mais eficientes ajudam a reduzir o volume de energia usado no dia a dia.
Mas essa não é a única forma de economizar. Com a Metha, você pode ter desconto sobre o consumo de energia da sua conta de luz, sem precisar instalar placas solares ou fazer obras no imóvel. Assim, além de escolher equipamentos mais eficientes, também dá para pagar menos pela energia consumida todos os meses.
É uma combinação que faz diferença no orçamento: usar energia de forma mais consciente e economizar justamente em uma despesa que já faz parte da rotina da casa.
Acesse methaenergia.com.br e comece a economizar de verdade.
Na hora de comprar uma geladeira, um ar-condicionado, uma máquina de lavar ou outro eletrodoméstico, o preço costuma chamar atenção primeiro. Mas ele não conta a história inteira. Um aparelho mais barato na loja pode consumir mais energia ao longo dos anos e acabar pesando mais na conta de luz.
Por isso, antes de decidir, vale comparar não só o valor de compra, mas também a eficiência energética e o consumo de eletricidade de cada modelo. No Brasil, essas informações aparecem principalmente na Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, do Inmetro, e no Selo Procel, que ajuda a identificar equipamentos mais eficientes dentro de cada categoria.
Essa comparação ficou ainda mais importante em 2026, quando entrou em vigor uma nova etiqueta para refrigeradores, com critérios mais rigorosos de eficiência e classificação reorganizada em três classes: A, B e C.
Neste conteúdo, vamos explicar como comparar o consumo de energia de eletrodomésticos antes de comprar, o que significam as informações da etiqueta e como estimar o impacto de um aparelho na conta de luz.
Como comparar o consumo de energia de eletrodomésticos antes de comprar
Comprar um eletrodoméstico olhando apenas para o preço pode levar a uma escolha menos econômica no longo prazo. Isso acontece porque aparelhos com funções parecidas podem ter consumos de energia bastante diferentes, mesmo quando pertencem à mesma categoria.
Uma geladeira, por exemplo, funciona 24 horas por dia. Um ar-condicionado pode ser usado por muitas horas em períodos de calor intenso. Uma máquina de lavar ou uma secadora também podem elevar o consumo mensal dependendo da frequência de uso. Por isso, escolher equipamentos mais eficientes ajuda a reduzir desperdícios e controlar melhor o impacto desses aparelhos na conta de luz.
A Empresa de Pesquisa Energética destaca que a substituição de equipamentos obsoletos por modelos mais eficientes ajuda a reduzir o consumo médio de energia das residências. O Selo Procel e a etiquetagem do Inmetro fazem parte dessa política de eficiência ao orientar o consumidor e estimular o desenvolvimento de produtos com melhor desempenho energético.
O que é a etiqueta de eficiência energética do Inmetro
A Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, conhecida como ENCE, é a etiqueta do Programa Brasileiro de Etiquetagem, coordenado pelo Inmetro. Ela informa o desempenho energético de diferentes produtos e ajuda o consumidor a comparar modelos antes da compra.
Dependendo do produto, a etiqueta pode apresentar informações como:
classificação de eficiência energética;
consumo de energia;
capacidade do equipamento;
consumo de água, em alguns casos;
outros dados específicos da categoria.
Cada linha de eletrodoméstico possui uma etiqueta própria, com critérios adequados às características daquele produto. Por isso, a comparação deve ser feita sempre entre equipamentos da mesma categoria e com capacidades semelhantes.
O que a classificação A, B, C e outras letras realmente mostra
A letra exibida na etiqueta indica o nível de eficiência energética do aparelho dentro da categoria analisada. De forma geral, a classificação A representa os modelos mais eficientes, enquanto as letras seguintes indicam níveis menores de eficiência. Dependendo do produto, a escala pode ir de A a C, A a E ou A a G.
Essa classificação é importante porque permite uma leitura rápida. Entre dois aparelhos equivalentes, um produto classificado como A tende a usar melhor a energia do que outro de classificação inferior.
Mas a letra, sozinha, não resolve toda a comparação.
Dois modelos classe A podem ter consumos diferentes. Um refrigerador maior, por exemplo, pode ser classe A e ainda assim consumir mais eletricidade do que outro refrigerador menor, também classe A. Por isso, além da eficiência, é essencial olhar para o consumo informado em kWh.
Por que o consumo em kWh é tão importante na comparação
O kWh, ou quilowatt-hora, é a unidade usada para medir o consumo de energia elétrica. Na etiqueta, ele mostra quanto aquele equipamento consome dentro de uma condição padronizada de uso definida para os testes de eficiência.
Para o consumidor, esse número é uma das informações mais úteis na hora da compra. Ele ajuda a comparar modelos semelhantes e a estimar quanto aquele aparelho pode representar na conta de luz. O próprio Inmetro orienta que, ao escolher um refrigerador, o consumidor observe não apenas a classe de eficiência, mas também o consumo informado em kWh por mês.
A lógica é simples:
quanto menor o consumo em kWh, menor tende a ser o gasto de energia do aparelho;
a comparação é mais justa quando feita entre produtos de tamanho e função parecidos;
esse dado ajuda a perceber diferenças que a classificação por letra, sozinha, pode não mostrar.
Por exemplo: ao comparar duas geladeiras de capacidade semelhante, uma com consumo de 35 kWh/mês e outra com 45 kWh/mês, a diferença é de 10 kWh por mês. Ao longo de um ano, isso representa 120 kWh a mais ou a menos na conta de luz, dependendo da escolha.
Como calcular quanto um eletrodoméstico pode pesar na conta de luz
Para estimar o custo de uso de um eletrodoméstico, é possível multiplicar o consumo informado na etiqueta pela tarifa de energia da sua região.
A fórmula é:
Consumo em kWh × tarifa de energia = custo estimado de uso
O Inmetro usa essa mesma lógica em suas orientações ao consumidor. Se um equipamento consome determinada quantidade de kWh e a tarifa local é conhecida, basta multiplicar os valores para estimar o impacto financeiro.
Exemplo simples:
Se uma geladeira consome 40 kWh por mês e a tarifa considerada for de R$ 0,90 por kWh, o custo estimado de energia desse aparelho seria:
40 × 0,90 = R$ 36 por mês
Esse cálculo é uma estimativa. O valor real pode variar conforme:
a tarifa da distribuidora;
tributos e componentes da fatura;
bandeira tarifária vigente;
condições de uso do aparelho;
hábitos da casa.
Ainda assim, ele é útil para mostrar que o consumo do eletrodoméstico deve entrar na decisão de compra, especialmente em aparelhos de uso frequente ou contínuo.
Qual é a diferença entre Etiqueta do Inmetro e Selo Procel
A Etiqueta do Inmetro classifica os produtos conforme sua eficiência energética e apresenta informações de desempenho e consumo.
Já o Selo Procel funciona como um reconhecimento adicional para os equipamentos que se destacam em eficiência dentro da sua categoria. Segundo a EPE, ele indica ao consumidor os produtos que apresentam os melhores níveis de eficiência energética entre modelos equivalentes.
O próprio Inmetro explica que os Selos Procel e Conpet reconhecem os produtos mais eficientes de cada categoria, geralmente entre os classificados como A na etiquetagem
Na prática:
a etiqueta ajuda a comparar;
o Selo Procel ajuda a identificar os destaques de eficiência.
Por isso, na hora da compra, vale procurar as duas informações. Um bom caminho é priorizar produtos com:
classificação elevada de eficiência;
menor consumo em kWh entre modelos semelhantes;
Selo Procel, quando aplicável.
O que mudou na etiqueta de refrigeradores em 2026
Desde 1º de janeiro de 2026, os refrigeradores comercializados no Brasil passaram a seguir uma nova etiqueta do Inmetro. A principal mudança foi o fim das subclasses A+, A++ e A+++, substituídas por uma nova classificação com apenas três classes: A, B e C.
A alteração veio acompanhada de critérios mais rigorosos para avaliação da eficiência energética dos produtos. Segundo o Inmetro, os modelos que ficariam nas antigas classes D, E e F foram retirados do mercado por não atenderem aos novos índices mínimos de eficiência.
Para o consumidor, isso traz duas consequências importantes:
a classificação ficou mais exigente;
o consumo em kWh passou a ser ainda mais decisivo na comparação entre refrigeradores.
O próprio Inmetro recomenda que, mesmo observando a classe de eficiência, o consumidor confira o consumo mensal informado na etiqueta, pois ele ajuda a estimar o impacto do modelo na conta de luz e a comparar alternativas semelhantes.
Como comparar modelos de forma mais segura antes da compra
Antes de escolher um eletrodoméstico, vale seguir uma lógica simples:
1. Compare produtos equivalentes
Não adianta comparar uma geladeira pequena com uma duplex maior apenas pela letra da etiqueta. O ideal é observar modelos com capacidades e funções semelhantes.
2. Veja a classe de eficiência
Ela oferece uma leitura rápida sobre o desempenho energético daquele produto dentro da categoria.
3. Confira o consumo em kWh
Esse é um dos dados mais importantes para entender o possível impacto na conta de luz. Entre modelos parecidos, prefira o que apresenta menor consumo.
4. Procure o Selo Procel
Quando disponível, ele indica que o equipamento está entre os mais eficientes de sua categoria.
5. Consulte as tabelas do Inmetro
O Inmetro mantém tabelas de consumo e eficiência energética com produtos aprovados no Programa Brasileiro de Etiquetagem. Elas podem ajudar a comparar modelos com mais segurança antes da compra.
6. Considere o uso no dia a dia
Um aparelho de consumo menor tende a ser mais vantajoso principalmente quando é usado com frequência, como geladeiras, ar-condicionado, máquinas de lavar e outros equipamentos que permanecem ligados por muitas horas ou são acionados repetidamente. A EPE reforça a importância de observar o Selo Procel especialmente em produtos de maior consumo mensal.
Além de consumir melhor, dá para economizar no valor da energia
Comparar o consumo dos eletrodomésticos antes da compra é uma forma importante de evitar gastos desnecessários na conta de luz. Afinal, escolhas mais eficientes ajudam a reduzir o volume de energia usado no dia a dia.
Mas essa não é a única forma de economizar. Com a Metha, você pode ter desconto sobre o consumo de energia da sua conta de luz, sem precisar instalar placas solares ou fazer obras no imóvel. Assim, além de escolher equipamentos mais eficientes, também dá para pagar menos pela energia consumida todos os meses.
É uma combinação que faz diferença no orçamento: usar energia de forma mais consciente e economizar justamente em uma despesa que já faz parte da rotina da casa.
Acesse methaenergia.com.br e comece a economizar de verdade.








