Raios em Minas Gerais: como proteger os seus eletrodomésticos

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Em Minas Gerais, a temporada de chuva também é temporada de raios. E os números ajudam a mostrar o tamanho dessa presença no dia a dia do estado.

Segundo a Cemig, entre janeiro e setembro de 2026 foram registradas cerca de 1,7 milhão de descargas atmosféricas em Minas Gerais. Só nos oito primeiros meses do ano, a Região Metropolitana de Belo Horizonte já havia passado de 170 mil registros.

Esse volume não significa que todo raio provoque falta de energia ou que vá atingir uma residência. Mas ajuda a explicar por que os temporais mineiros exigem atenção com a rede elétrica e com os equipamentos ligados dentro de casa.

Um raio nem precisa cair diretamente sobre o imóvel para causar prejuízo. Se atingir a rede elétrica ou uma área próxima, pode provocar um surto de tensão capaz de chegar à instalação interna e danificar aparelhos em poucos instantes.

Por que Minas Gerais tem tantos raios?

Não existe uma única causa. A resposta passa pela posição do estado, pelo clima e pelas características do território.

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Brasil está majoritariamente na faixa tropical do planeta e recebe grande quantidade de energia solar ao longo do ano. A combinação de calor e umidade cria condições favoráveis à formação de tempestades com intensa atividade elétrica.

Minas acrescenta outros elementos a esse cenário. O estado tem grande extensão territorial, relevo bastante irregular e está em uma região de transição influenciada por sistemas meteorológicos tropicais e de latitudes médias.

De acordo com o Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Minas Gerais (Sisema), o período chuvoso mineiro vai, em geral, de outubro a março. No verão, além das chuvas de maior escala, também são frequentes precipitações convectivas localizadas e intensas, o tipo de tempestade que pode vir acompanhado de raios, granizo e rajadas de vento.

Ou seja, não é um único fator que “atrai” raios para Minas. É a combinação entre uma atmosfera quente e úmida, a dinâmica das tempestades, o relevo e o tamanho do estado que ajuda a produzir tantos registros ao longo do ano.

Em que época do ano há mais raios em Minas?

A atenção aumenta principalmente entre a primavera e o verão, quando começa o período chuvoso e as tempestades ficam mais frequentes no Sudeste.

Segundo a Cemig, essa época é marcada por chuvas fortes que podem vir acompanhadas de descargas atmosféricas, ventos intensos e alagamentos. É também quando a rede elétrica fica mais exposta a ocorrências provocadas não só pelos raios, mas por árvores, galhos e objetos lançados sobre os cabos durante os temporais.

Isso ajuda a explicar por que os cuidados com a instalação elétrica fazem mais diferença antes de a chuva começar, e não quando a tempestade já está acontecendo.

Como um raio pode queimar aparelhos dentro de casa?

O raio não precisa atingir diretamente a televisão, a geladeira ou o computador para causar um dano.

Quando uma descarga atmosférica atinge a rede elétrica, um poste próximo ou até o solo nas proximidades, pode ocorrer uma elevação muito rápida da tensão. Esse surto se propaga pela instalação e pode alcançar os equipamentos conectados às tomadas.

Segundo a Cemig, mesmo com dispositivos de proteção instalados na rede da companhia, uma descarga próxima pode induzir uma sobretensão capaz de queimar vários equipamentos ao mesmo tempo.

Aparelhos com mais componentes eletrônicos costumam ser especialmente sensíveis. TVs, computadores, roteadores, consoles, geladeiras modernas e aparelhos de ar-condicionado estão entre os equipamentos citados pela companhia como pontos de atenção durante temporais.

O que é DPS e como ele ajuda a proteger os aparelhos?

O Dispositivo de Proteção contra Surtos, conhecido pela sigla DPS, é uma das principais proteções usadas dentro da instalação elétrica contra elevações repentinas de tensão.

Segundo a Cemig, o equipamento pode ser instalado no quadro de distribuição da residência e atua desviando para o sistema de aterramento parte das correntes associadas aos surtos. Com isso, reduz a chance de que essa perturbação chegue aos aparelhos conectados.

O DPS, porém, não transforma a casa em um ambiente imune a raios. A eficiência depende da escolha correta do dispositivo, da qualidade da instalação e de um sistema de aterramento adequado.

Por isso, a instalação e a avaliação do DPS devem ser feitas por eletricista qualificado. Não é uma intervenção indicada para improvisos ou adaptações caseiras.

DPS e para-raios são a mesma coisa?

Não. Eles atuam em partes diferentes da proteção de uma edificação.

O sistema de proteção contra descargas atmosféricas, o SPDA, é o conjunto normalmente associado aos para-raios instalados em edificações. Ele é projetado para conduzir com segurança uma descarga que atinja a estrutura, de acordo com critérios técnicos definidos pela ABNT NBR 5419.

Já o DPS atua na instalação elétrica interna contra surtos de tensão que podem chegar pela rede ou ser induzidos por uma descarga próxima.

Segundo a Cemig, os dois sistemas têm funções diferentes e podem atuar de forma complementar. Ter para-raios no prédio, portanto, não significa que todos os aparelhos estejam automaticamente protegidos contra surtos. Da mesma forma, o DPS não substitui um SPDA quando esse sistema é necessário para a edificação.

Tirar os aparelhos da tomada durante a tempestade ajuda?

Ajuda, mas o momento de fazer isso importa.

A principal recomendação da Cemig é desconectar aparelhos eletroeletrônicos antes da chegada da tempestade, sempre que isso puder ser feito com segurança.

Se a chuva com raios já começou, não é hora de mexer na instalação elétrica. A companhia alerta que retirar equipamentos da tomada durante a tempestade pode expor a pessoa ao risco de choque.

Por isso, vale acompanhar a previsão do tempo e antecipar o cuidado com equipamentos mais sensíveis quando houver aviso de temporal.

E não é necessário desligar a casa inteira toda vez que o céu fecha. A ideia é reduzir riscos de forma prática, priorizando aparelhos eletrônicos que não precisam permanecer conectados naquele momento.

O aterramento e o terceiro pino da tomada fazem diferença?

Fazem. A proteção contra surtos não depende apenas de um aparelho instalado no quadro.

Segundo a Cemig, o funcionamento adequado dos dispositivos de proteção está diretamente ligado às condições do aterramento da residência. O condutor de proteção é justamente o caminho previsto para conduzir correntes indesejadas de forma segura.

É por isso que o terceiro pino das tomadas brasileiras tem uma função. Ele faz a conexão do equipamento ao condutor de proteção da instalação.

Retirar esse pino ou usar adaptadores inadequados pode comprometer a segurança. Se houver dúvida sobre aterramento, quadro elétrico ou estado das tomadas, o caminho seguro é solicitar uma avaliação profissional, e não tentar corrigir a instalação durante uma tempestade.

Um protetor na tomada substitui o DPS do quadro?

Não necessariamente. Existem protetores contra surtos desenvolvidos para equipamentos sensíveis e instalados diretamente nas tomadas. Eles podem acrescentar uma camada de proteção, principalmente para eletrônicos como computadores e televisores.

Mas a própria Cemig reforça que esses dispositivos dependem de uma instalação elétrica adequada e de aterramento eficiente para funcionar corretamente.

Por isso, um acessório conectado à tomada não deve ser tratado como substituto automático de uma proteção bem dimensionada no quadro elétrico. A melhor solução depende das características da instalação e dos equipamentos que precisam ser protegidos.

Raio queimou um aparelho: posso pedir ressarcimento?

Se um equipamento for danificado por uma ocorrência relacionada ao fornecimento de energia, o consumidor pode solicitar ressarcimento à distribuidora.

Segundo a ANEEL, o pedido pode ser feito em até cinco anos a partir da data provável do dano elétrico. A distribuidora analisa se existe relação entre o problema registrado na rede e o dano informado pelo consumidor.

A agência também estabelece prazos para a verificação do equipamento: até um dia útil quando ele é utilizado para armazenar alimentos perecíveis ou medicamentos e até dez dias para os demais aparelhos.

Pelas regras atuais, o consumidor pode providenciar o conserto antes da verificação e ainda solicitar o ressarcimento. Mesmo assim, vale registrar a ocorrência, guardar protocolos, notas, laudos e comprovantes que ajudem a documentar o dano.

Se o problema acontecer em Minas Gerais, a solicitação começa pelos canais da CEMIG.

Como proteger os aparelhos na temporada de raios?

Não existe uma única medida capaz de eliminar todos os riscos, mas alguns cuidados trabalham juntos e deixam a instalação mais preparada para os temporais.

•   manter a instalação elétrica e o aterramento em boas condições;

•   avaliar com um profissional a instalação de DPS no quadro de distribuição;

•   não retirar o terceiro pino das tomadas nem usar adaptações inadequadas;

•   desconectar equipamentos sensíveis antes da chegada de tempestades fortes, quando isso puder ser feito com segurança;

•   não realizar intervenções elétricas durante a chuva;

•   em prédios, manter o SPDA e os sistemas de proteção dentro das inspeções e manutenções recomendadas;

•   nunca se aproximar de cabos partidos ou árvores caídas sobre a rede elétrica.

O ponto principal é antecipar o cuidado. Durante uma tempestade, segurança vem antes de qualquer tentativa de salvar um aparelho da tomada.

Proteger os equipamentos ajuda a evitar que uma chuva forte vire prejuízo dentro de casa. E, no dia a dia, também dá para olhar para o valor da energia que esses aparelhos consomem.

Com a Metha, você continua usando energia normalmente e aproveita energia limpa e mais barata, com até 15% de desconto na conta de luz todo mês. Tudo isso sem obras, placas solares ou mudanças na sua rotina.

Saiba mais em methaenergia.com.br

Em Minas Gerais, a temporada de chuva também é temporada de raios. E os números ajudam a mostrar o tamanho dessa presença no dia a dia do estado.

Segundo a Cemig, entre janeiro e setembro de 2026 foram registradas cerca de 1,7 milhão de descargas atmosféricas em Minas Gerais. Só nos oito primeiros meses do ano, a Região Metropolitana de Belo Horizonte já havia passado de 170 mil registros.

Esse volume não significa que todo raio provoque falta de energia ou que vá atingir uma residência. Mas ajuda a explicar por que os temporais mineiros exigem atenção com a rede elétrica e com os equipamentos ligados dentro de casa.

Um raio nem precisa cair diretamente sobre o imóvel para causar prejuízo. Se atingir a rede elétrica ou uma área próxima, pode provocar um surto de tensão capaz de chegar à instalação interna e danificar aparelhos em poucos instantes.

Por que Minas Gerais tem tantos raios?

Não existe uma única causa. A resposta passa pela posição do estado, pelo clima e pelas características do território.

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Brasil está majoritariamente na faixa tropical do planeta e recebe grande quantidade de energia solar ao longo do ano. A combinação de calor e umidade cria condições favoráveis à formação de tempestades com intensa atividade elétrica.

Minas acrescenta outros elementos a esse cenário. O estado tem grande extensão territorial, relevo bastante irregular e está em uma região de transição influenciada por sistemas meteorológicos tropicais e de latitudes médias.

De acordo com o Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Minas Gerais (Sisema), o período chuvoso mineiro vai, em geral, de outubro a março. No verão, além das chuvas de maior escala, também são frequentes precipitações convectivas localizadas e intensas, o tipo de tempestade que pode vir acompanhado de raios, granizo e rajadas de vento.

Ou seja, não é um único fator que “atrai” raios para Minas. É a combinação entre uma atmosfera quente e úmida, a dinâmica das tempestades, o relevo e o tamanho do estado que ajuda a produzir tantos registros ao longo do ano.

Em que época do ano há mais raios em Minas?

A atenção aumenta principalmente entre a primavera e o verão, quando começa o período chuvoso e as tempestades ficam mais frequentes no Sudeste.

Segundo a Cemig, essa época é marcada por chuvas fortes que podem vir acompanhadas de descargas atmosféricas, ventos intensos e alagamentos. É também quando a rede elétrica fica mais exposta a ocorrências provocadas não só pelos raios, mas por árvores, galhos e objetos lançados sobre os cabos durante os temporais.

Isso ajuda a explicar por que os cuidados com a instalação elétrica fazem mais diferença antes de a chuva começar, e não quando a tempestade já está acontecendo.

Como um raio pode queimar aparelhos dentro de casa?

O raio não precisa atingir diretamente a televisão, a geladeira ou o computador para causar um dano.

Quando uma descarga atmosférica atinge a rede elétrica, um poste próximo ou até o solo nas proximidades, pode ocorrer uma elevação muito rápida da tensão. Esse surto se propaga pela instalação e pode alcançar os equipamentos conectados às tomadas.

Segundo a Cemig, mesmo com dispositivos de proteção instalados na rede da companhia, uma descarga próxima pode induzir uma sobretensão capaz de queimar vários equipamentos ao mesmo tempo.

Aparelhos com mais componentes eletrônicos costumam ser especialmente sensíveis. TVs, computadores, roteadores, consoles, geladeiras modernas e aparelhos de ar-condicionado estão entre os equipamentos citados pela companhia como pontos de atenção durante temporais.

O que é DPS e como ele ajuda a proteger os aparelhos?

O Dispositivo de Proteção contra Surtos, conhecido pela sigla DPS, é uma das principais proteções usadas dentro da instalação elétrica contra elevações repentinas de tensão.

Segundo a Cemig, o equipamento pode ser instalado no quadro de distribuição da residência e atua desviando para o sistema de aterramento parte das correntes associadas aos surtos. Com isso, reduz a chance de que essa perturbação chegue aos aparelhos conectados.

O DPS, porém, não transforma a casa em um ambiente imune a raios. A eficiência depende da escolha correta do dispositivo, da qualidade da instalação e de um sistema de aterramento adequado.

Por isso, a instalação e a avaliação do DPS devem ser feitas por eletricista qualificado. Não é uma intervenção indicada para improvisos ou adaptações caseiras.

DPS e para-raios são a mesma coisa?

Não. Eles atuam em partes diferentes da proteção de uma edificação.

O sistema de proteção contra descargas atmosféricas, o SPDA, é o conjunto normalmente associado aos para-raios instalados em edificações. Ele é projetado para conduzir com segurança uma descarga que atinja a estrutura, de acordo com critérios técnicos definidos pela ABNT NBR 5419.

Já o DPS atua na instalação elétrica interna contra surtos de tensão que podem chegar pela rede ou ser induzidos por uma descarga próxima.

Segundo a Cemig, os dois sistemas têm funções diferentes e podem atuar de forma complementar. Ter para-raios no prédio, portanto, não significa que todos os aparelhos estejam automaticamente protegidos contra surtos. Da mesma forma, o DPS não substitui um SPDA quando esse sistema é necessário para a edificação.

Tirar os aparelhos da tomada durante a tempestade ajuda?

Ajuda, mas o momento de fazer isso importa.

A principal recomendação da Cemig é desconectar aparelhos eletroeletrônicos antes da chegada da tempestade, sempre que isso puder ser feito com segurança.

Se a chuva com raios já começou, não é hora de mexer na instalação elétrica. A companhia alerta que retirar equipamentos da tomada durante a tempestade pode expor a pessoa ao risco de choque.

Por isso, vale acompanhar a previsão do tempo e antecipar o cuidado com equipamentos mais sensíveis quando houver aviso de temporal.

E não é necessário desligar a casa inteira toda vez que o céu fecha. A ideia é reduzir riscos de forma prática, priorizando aparelhos eletrônicos que não precisam permanecer conectados naquele momento.

O aterramento e o terceiro pino da tomada fazem diferença?

Fazem. A proteção contra surtos não depende apenas de um aparelho instalado no quadro.

Segundo a Cemig, o funcionamento adequado dos dispositivos de proteção está diretamente ligado às condições do aterramento da residência. O condutor de proteção é justamente o caminho previsto para conduzir correntes indesejadas de forma segura.

É por isso que o terceiro pino das tomadas brasileiras tem uma função. Ele faz a conexão do equipamento ao condutor de proteção da instalação.

Retirar esse pino ou usar adaptadores inadequados pode comprometer a segurança. Se houver dúvida sobre aterramento, quadro elétrico ou estado das tomadas, o caminho seguro é solicitar uma avaliação profissional, e não tentar corrigir a instalação durante uma tempestade.

Um protetor na tomada substitui o DPS do quadro?

Não necessariamente. Existem protetores contra surtos desenvolvidos para equipamentos sensíveis e instalados diretamente nas tomadas. Eles podem acrescentar uma camada de proteção, principalmente para eletrônicos como computadores e televisores.

Mas a própria Cemig reforça que esses dispositivos dependem de uma instalação elétrica adequada e de aterramento eficiente para funcionar corretamente.

Por isso, um acessório conectado à tomada não deve ser tratado como substituto automático de uma proteção bem dimensionada no quadro elétrico. A melhor solução depende das características da instalação e dos equipamentos que precisam ser protegidos.

Raio queimou um aparelho: posso pedir ressarcimento?

Se um equipamento for danificado por uma ocorrência relacionada ao fornecimento de energia, o consumidor pode solicitar ressarcimento à distribuidora.

Segundo a ANEEL, o pedido pode ser feito em até cinco anos a partir da data provável do dano elétrico. A distribuidora analisa se existe relação entre o problema registrado na rede e o dano informado pelo consumidor.

A agência também estabelece prazos para a verificação do equipamento: até um dia útil quando ele é utilizado para armazenar alimentos perecíveis ou medicamentos e até dez dias para os demais aparelhos.

Pelas regras atuais, o consumidor pode providenciar o conserto antes da verificação e ainda solicitar o ressarcimento. Mesmo assim, vale registrar a ocorrência, guardar protocolos, notas, laudos e comprovantes que ajudem a documentar o dano.

Se o problema acontecer em Minas Gerais, a solicitação começa pelos canais da CEMIG.

Como proteger os aparelhos na temporada de raios?

Não existe uma única medida capaz de eliminar todos os riscos, mas alguns cuidados trabalham juntos e deixam a instalação mais preparada para os temporais.

•   manter a instalação elétrica e o aterramento em boas condições;

•   avaliar com um profissional a instalação de DPS no quadro de distribuição;

•   não retirar o terceiro pino das tomadas nem usar adaptações inadequadas;

•   desconectar equipamentos sensíveis antes da chegada de tempestades fortes, quando isso puder ser feito com segurança;

•   não realizar intervenções elétricas durante a chuva;

•   em prédios, manter o SPDA e os sistemas de proteção dentro das inspeções e manutenções recomendadas;

•   nunca se aproximar de cabos partidos ou árvores caídas sobre a rede elétrica.

O ponto principal é antecipar o cuidado. Durante uma tempestade, segurança vem antes de qualquer tentativa de salvar um aparelho da tomada.

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